A Operação Skala, deflagrada na quinta (29), prendeu temporariamente 13 pessoas ao todo. Dentre os que tiveram a liberdade cerceada — e agora foram soltos por Barroso — estão o ex-assessor do presidente Michel Temer, José Yunes; o ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da estatal Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) Wagner Rossi; o presidente do Grupo Rodrimar, Antônio Celso Grecco; a empresária Celina Torrealba, uma das proprietárias do Grupo Libra, que também atua no ramo portuário; e o coronel João Batista Lima, amigo do presidente Michel Temer.
As prisões tinham sido determinadas no âmbito do inquérito que apura possíveis irregularidades na edição do Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado pelo presidente Michel Temer em maio do ano passado, e que apura o suposto favorecimento a empresas do ramo portuário.
“Desse modo, tendo as medidas de natureza cautelar alcançado sua finalidade, não subsiste fundamento legal para a manutenção das medidas, impondo-se o acolhimento da manifestação da Procuradoria-Geral da República”, decidiu o ministro Luís Roberto Barroso.
Os mundos político e petista também esperam o mesmo “garantismo” verificado no ânimo de Barroso e Dodge, hoje, na análise do habeas corpus do ex-presidente Lula no próximo dia 4 de abril.
Com as informações do Esmael:
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